Oi, mulher... que bom que você chegou aqui.
Diabetes tipo 1 aos 9 anos. Hipertireoidismo aos 23. Endometriose aos 24.
Três vezes ouvindo uma notícia que mudaria minha vida. Três vezes me fazendo a mesma pergunta: "O que mais vai vir?"
Só na terceira vez eu entendi: a resposta certa não era aguentar mais uma. Era retomar.
Role a página pra conhecer minha história ↓
Ingrid Machado, @euingridmachado_
Quem sou eu por trás de tudo isso
A vida me tornou especialista em recomeços.
O que compartilho aqui nasceu da vida real, dos desafios que enfrentei e do que fui aprendendo, na prática, ao longo do caminho.
Trabalho em home office, tocando uma agência de marketing com meu marido, o Diego. A nossa rotina é acelerada e, por muito tempo, a desculpa do "não tenho tempo" foi a minha maior armadilha.
Mas a vida real, aquela sem filtro que a gente vive nos bastidores, me ensinou da pior forma que eu precisava estar bem comigo mesma para conseguir estar bem para o resto do mundo.
A verdade é que não foi só o meu corpo que precisei reconstruir três vezes. Eu reconstruí minha fé, minha família, meu endereço e minha forma de cuidar de mim.
Nessa busca por mim mesma, comecei a olhar com mais atenção para aquilo que consumia, para os produtos que colocava no meu corpo e na minha pele e para as escolhas que fazia todos os dias.
Foi aí que descobri um jeito mais consciente de cuidar de mim, valorizando escolhas mais naturais, uma alimentação mais consciente e uma beleza mais intencional. Transformei meu processo de reconstrução e reconexão comigo mesma, de dentro para fora, respeitando o tempo e a natureza do meu próprio corpo.
Cada diagnóstico me ensinou uma das lições mais duras de todas: autoabandono não é virtude. É só o jeito mais lento de se deixar para depois.
Hoje, minha régua é outra. É sobre impor limites, aprender a dizer não e desenvolver o autoconhecimento. É por isso que o meu lema diário por aqui é: "Bom dia pra quem venceu a própria mente hoje."
A linha do tempo real
9 anos. Primeiro diagnóstico pra vida toda.
Catorze anos depois. "O que mais vai vir?"
O terceiro. "Eu não aguento mais."
Atenção e cuidado pra mim. Limites. Não mais por último.
O nosso manifesto e comunidade
Quantas vezes você ignorou um sinal do seu corpo porque "não tinha tempo"?
Quantas vezes disse "sim" para dar conta da expectativa dos outros e acabou dizendo "não" para si mesma? A gente se acostuma a viver no piloto automático e a carregar o mundo nas costas.
Mas a verdade nua e crua é esta: você não está cansada de tudo. Você está cansada de se abandonar.
Aqui, nós viramos esse jogo. A Retomada é um espaço para transformar a exaustão em ação. É onde aprendemos juntas que retomar a atenção, os limites e o cuidado é voltar a escolher a nós mesmas.
O que você vai encontrar neste universo
Seja muito bem-vinda ao meu mundo. Aqui, nós falamos sobre:
Por que existe a Retomada?
A Retomada nasceu muito antes de qualquer projeto. Ela nasceu de uma necessidade pessoal minha: parar de me colocar sempre por último.
Ao longo desse processo, fui entendendo que retomar a própria vida não acontece de uma vez. Acontece nas pequenas escolhas, nos limites que aprendemos a colocar, na forma como cuidamos do nosso corpo, na atenção que damos ao que sentimos e no espaço que finalmente permitimos ocupar.